sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Documento do Iluminismo


símbolos usados pelos burschenschaft
Esse documento é muito diferente mais é um símbolo do iluminismo.
Biografia de John locke

John Locke (1632-1704) nasceu em Wrington, Inglaterra. Wrington fica perto de Bristol, de onde era a família de Locke. Eles eram burgueses, comerciantes. Com a revolução Inglesa de 1648, o pai de Locke alistou-se no exército. Locke estudou inicialmente na Westmuster School. Em 1652 foi para a Universidade de Oxford. Não gostou da filosofia ali ensinada. Manifestou, mais tarde, opiniões contrárias à filosofia de Aristóteles. Julgou o peripatetismo obscuro e cheio de pesquisas sem utilidade. Além de filosofia , estudou medicina e ciências naturais. Recebeu o título de Master of Arts em 1658. Nesse período , leu os autores que o influenciaram: John Owen (1616-1683) que pregava a tolerância religiosa, Descartes (1596-1650) que havia libertado a filosofia da escolástica e Bacon (1561- 1626), de quem aproveitou o método de correção da mente, e a investigação experimental. Interessou-se pelas experiências químicas do também físico Robert Boyle (1627-1691), que inovaram introduzindo o conceito de átomo e elementos químicos. Foi um avanço em relação à alquimia que dominou durante a Idade Média e a concepção de Aristóteles dos quatro elementos. Locke atuou nos campos de medicina, filosofia, política, teologia e anatomia. Não gostava de matemática. Redigiu em Latim, Ensaios sobre a lei da natureza. Já nessa época apresentava gosto pela regra experimental, de onde deriva sua filosofia empirista.

Em 1666, John Locke tornou-se médico de um futuro conde, Ashley Cooper. Participou, como assessor do futuro conde de Shaffesbury, da elaboração da constituição da colônia inglesa de Carolina, na América do Norte. Fazia parte do grupo de intelectuais da época. Foi nesse período que começou a redigir sua principal obra: Ensaio Sobre o entendimento humano, que só seria publicado em 1690. Em 1668 se tornou membro da Royal Society de Londres. em 1672 se tornou secretário do agora sim, conde Shaffesbury. Então passou a ter uma vida política ativa e efetiva. Cooper opunha-se ao rei Carlos II, que tentava fortalecer o absolutismo. Em 1675 , aconteceu a queda do conde. John Locke, que participara de uma séria de acontecimentos políticos, foi obrigado a abandonar essa vida. Viajou então para a França, onde se relacionou com os intelectuais cartesianos. em 1679, voltou a Inglaterra, onde ficou ao lado do ex-conde, que estivera preso. Como o Cooper não era bem quisto pela corte, Locke passou a ser vigiado.

Biografia de Voltaire
O autor (1694-1778) nasceu em Paris. Seu nome verdadeiro era François Marie Arouet. Seu pai era tabelião e possuía pequena fortuna. Sua mãe tinha origem aristocrática. Ela morreu depois do parto. François foi franzino durante a infância e teve saúde fraca durante toda a vida. Tinha um irmão mais velho, Arnaud, que entrou para um culto herético jansenista. François revelou talento literário e sensibilidade poética logo na infância. Ele comprou livros com a herança de uma senhora que havia visto nele futuro cultural. Com esses livros, e com a tutela de um abade, começou sua educação. O abade lhe mostrou o ceticismo e as orações religiosas. O pai de François queria um futuro prático para o filho. Achava que a literatura não rendia dinheiro nem prestígio. Com o intuito de tornar o filho advogado do rei, coloca-o num colégio jesuíta. Os jesuítas eram padres com formação militar, que usavam para difundir o evangelho no mundo todo. Eram membros da Companhia de Jesus, que havia sido fundada por Inácio de Loyola. Os jesuítas ensinaram a Voltaire a dialética, arte de dialogar progressivamente, para provar as coisas. Ele discutia teologia com os professores, que reconheciam Voltaire como um “rapaz de talento mas patife notável”.

Biografia de Rousseau
Nasceu em Genebra, no dia vinte e oito de junho. Ele teve grandes influências de Paris e da França, mas se orgulhava de sua origem genebrina e de ser um cidadão dessa cidade. Os antepassados de Rousseau eram de origem francesa. Ele tinha respeito pela França. A família de Jean-Jacques era de relojoeiros. Possuíam pequena fortuna e eram pequenos burgueses. O pai de Rousseau, Isaac, era despreocupado e instável, mesmo um pouco agressivo. Foi para Constantinopla, mas sua mulher, Suzanne, pediu para que voltasse. Jean foi concebido nessa época. Sua mãe morreu uma semana após o parto. Jean tinha um irmão desaparecido que não conheceu. Chamava-se François.
Suzanne, era de uma família mais importante que Isaac. Rousseau fala dela comemoção. Ela desenhava, cantava e lia. Foi de sua coleção de romances que Jean tirou a primeira parte de sua educação. Ele e o pai ficavam horas lendo depois da ceia. Depois de esgotado o acervo, forma para a biblioteca do avô, onde encontraram livros de leitura complexa. Rousseau gostou da literatura romana.
Isaac Rousseau teve um desentendimento com um capitão francês. Brigando com ele, foi preso, mas preferiu abandonar Genebra, em 1722. Isso tornou Rousseau quase órfão. Estava sendo criado por uma tia e uma empregada, além do pai. Ficou sob a tutela de um tio por parte da mãe, Bernard, que era casado com uma irmã de Isaac. Isaac tinha muitos irmãos.
Jean morou em Bossey por dois anos. Gostava da vida campestre e dos brinquedos. Ficou na casa de um pastor. Às vezes era castigado pela filha do pastor, Srta. Lambecier e sentia prazer nisso. Ela percebeu e começou a lhe tratar como menino grande. Mas em certa ocasião, Rousseau foi acusado de quebrar um pente e recebeu duro corretivo de outro. Bossey perdeu o encanto e Bernard o tirou daquela casa. Rousseau diz nas Confissões, autobiografia escrita no fim da vida, que passou dois ou três anos na casa do tio sem ocupação precisa. Relata os primeiros amores de forma fantasiosa. Com doze anos foi para Genebra. Empregaram-no como menino de recados. O tabelião dispensou-o do trabalho por inépcia. Depois foi aprendiz de gravador. Por brincadeira falsificava medalhas e presenteava os amigos. Foi descoberto e punido Tornou-se temeroso, dissimulado e ladrão de pequenas coisas,como maçãs. Durante um ano, leu todos os livros de uma loja que os alugava.

Músicas sobre a Revolução Francesa

"E antigamente, o mundo estava fora do ar.
Tava todo mundo na escuridão
Burguesia versos rei algo a batalhar
Como um sonho que acordei em outro lugar
E eu senti que o mundo iria mudar

No ano sete ponto oito sol brota
Com algo importante que nasceu em minha volta
Vi que a coisa era interessante
Algo para se referir em um instante

Montesquieu um cara descolado
Não queria ficar de braços dados
Propôs a divisão dos três poderes
E o aprendizado com todos os seres

E mundo mudou
O iluminismo surgiu
A burguesia com seu dinheiro voou a mil

E o mundo mudou
O iluminismo surgiu
A cabeça do rei na guilhotina sumiu".


Poesia sobre a Revolução Francesa
Liberdade, onde estás? Quem te demora?
                                        Quem faz que o teu influxo em nós não caia?
                                        Porque (triste de mim!) porque não raia
                                        Já na esfera de Lísia a tua aurora?

                                        Da santa redenção é vinda a hora
                                        A esta parte do mundo, que desmaia.
                                        Oh!, venha . . . Oh!, venha, e trêmulo descaia
                                        Despotismo feroz, que nos devora!

                                        Eia! Acode ao mortal que, frio e mudo,
                                        Oculta o pátrio amor, torce a vontade
                                        E em fingir, por temor, empenha estudo.

                                        Movam nossos grilhões tua piedade;
                                        Nosso númen tu és, e glória, e tudo,
                                        Mãe do gênio e prazer, ó Liberdade!

Um comentário:

  1. - A equipe soube aprofundar a pesquisa, selecionou o que realmente fazia parte do assunto estudado. Sigam em frente!

    - Profª Jesus Rocha .

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